Olá, estimados orientistas.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019
Estamos de volta!
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Final do CamGOr 2018 - análise de rotas para não repetir esses erros
Olá, estimados orientistas.
O papo de hoje é sobre uma prova que considero inesquecível. Inesquecível não pelo resultado final, mas por erros que cometi e que quero me lembrar deles sempre. Assim, espero não repetí-los. Também intenciono, da forma mais didática possível, que todos vocês aprimorem sua técnica observando minha experiência.
Antes de mais nada, gostaria de deixar aqui meus comentários sobre essa terceira e última etapa do Campeonato Goiano de Orientação – CamGOr 2018. Participo desse torneio pois possuo dupla filiação (FODF e FGO). A etapa serviu para definir o ranking geral e foi precedida da Assembleia Geral da FGO.
O local escolhido oferecia boa estrutura para os atletas e seus acompanhantes. Além disso, o terreno bem variado, juntamente com os percursos bem traçados e as lindas paisagens, proporcionaram uma ótima disputa. Mesmo com a chuva insistente, foi muito agradável praticar a corrida de Orientação nessa etapa.
Vamos à nossa análise de rotas. Vou expor aqui somente aquelas escolhas que considero de maior influencia no meu desempenho. Observem a baixo o mapa da minha categoria, a HMA.
Meu objetivo em toda prova tradicional (de floresta) é percorrer uma distância extra de até 20% além da distância do mapa, num pace de até 7’/km. Como o mapa possuía 5,9 km, o objetivo seria alcançado caso eu o completasse percorrendo até 7,08km. O tempo máximo ideal seria, portanto, de pouco mais de 49’. De antemão já adianto que o vencedor da prova (Valker, Idesp-Dourados) precisou de 45’ para completar todo o percurso.
Abaixo o mapa com minhas escolhas (em amarelo e vermelho os trechos onde fui mais lento):
Como metodologia, vou apresentar aqui, para cada rota analisada, o que planejei, o que fiz e, eventualmente, o que deveria ter feito.
Rota da partida para o ponto 1
O que planejei: sair em azimute até as cercas. Dali, buscar a trilha à esquerda do ponto e atacá-lo.
O que fiz: segui conforme planejado até a segunda cerca. Depois, busquei a trilha mas percebi que não era a melhor escolha. Segui pela direita até a clareira onde estava o ponto.
O que deveria ter feito: seguir em azimute até a segunda cerca e atacar o ponto pela direita, buscando a clareira. A escolha inicial pela trilha à esquerda apresentava maior dificuldade por dois fatores – encontrar a entrada da trilha e atacar com precisão atravessando a vegetação.
Rota do ponto 6 para o ponto 7
O que planejei: sair do ponto 6 em azimute até as proximidades do ponto 7, usando a área branca para obter melhor velocidade. A cerca na área branca seria meu primeiro checkpoint. Após a cerca, seguir até as proximidades do ponto, entrando no espaço branco próximo à linha vermelha. Dali, diminuir a velocidade e atacar o ponto buscando a trilha na qual ele estava posicionado.
O que fiz: a saída do ponto 6 foi bastante lenta, mas segui conforme o planejado até a cerca. A partir dali, mantive o azimute, mas sem a contagem de passos. Ao chegar no que seria meu segundo checkpoint, acabei me confundindo, pois havia uma pequena trilha no local. Atravessei parte da vegetação e depois voltei para a área branca. Passei a procurar o ponto antes do local correto. Não me atentei para o sentido da trilha (na verdade, não era uma trilha, mas uma borda bem definida entre a vegetação e a área de eucaliptos). Voltei a essa região e fiz uma varredura sentido sul-norte. Voltei buscando o ponto à direita, na parte pedregosa da vegetação. Sem sucesso, optei por seguir mais à frente, rumo à faixa branca que daria acesso ao ponto, mas totalmente sem confiança. Acabei percorrendo essa faixa branca no sentido norte, pois havia visualizado uma torre cilíndrica (tipo uma caixa dágua).
Segui até as proximidades da torre e visualizei a cerca. Crendo que ela seria o quadrado em azul plotado no mapa, voltei a buscar o ponto. A leitura errada me fez voltar ao mesmo ponto da primeira busca. Mais uma vez errando o ponto, segui sentido sul novamente à cerca, mas rumando para a direita. Encontrei uma caixa metálica cheia de água. Mas essa estava demarcada como x preto (o objeto estava cheio devido às chuvas). Parei por alguns segundos para tentar identificar minha real localização. Percorri a cerca rumo ao reservatório de água e refiz minha leitura. O x preto seria a caixa metálica de formato quadrado, e a torre cilíndrica seria o x azul. Assim, segui em azimute a partir do x azul e encontrei o ponto com facilidade.
O que deveria ter feito: seguir conforme o planejado, CONTANDO OS PASSOS DUPLOS. Também deveria ter definido antes a barreira de segurança. No caso, ao passar do ponto seria fácil identificar a trilha mais larga e a área branca logo em frente. Voltar ao primeiro checkpoint (cerca) também me ajudaria a economizar alguns minutos.
Rota do ponto 9 para os pontos 10, 11 e 12
O que planejei: seguir pela linha vermelha na maior velocidade possível (tentando recuperar o tempo perdido) com erro proposital para a direita até alcançar a estrada. Por ser uma distância longa, usar a travessia da linha dágua com a cerca como checkpoint. Dali definir como atacar o ponto 10.
O que fiz: segui conforme o planejado até o checkpoint, com extrema velocidade. Dali, acabei rumando para o ponto 11, ao invés de seguir rumo ao ponto 10. Não sei explicar se o motivo do erro foi a dobradura do mapa ou o fato de ter visto um orientista da H21A seguindo rumo ao ponto 10. O fato é que depois do checkpoint previsto, decidi seguir em azimute para o ponto errado. Do ponto 11 segui para o ponto 10 e, para coroar minha falta de atenção, segui rumo ao ponto 12.
Somente neste momento eu percebi que havia errado a ordem dos pontos e, para corrigir, voltei ao ponto 11. Então, para relembrar, fiz a sequência 9-11-10-11. Dessa forma, corrigi o erro.
O que deveria ter feito: deveria ter traçado toda a rota desde a saída do ponto 9. Como meu intuito era recuperar o tempo perdido, então uma rota bem rápida seria seguir pela estrada até a curva entre o ponto 11 e o ponto 10. Atacar o ponto 10 e retornar para o ponto 11. Do 11, seguir em azimute até alcançar a estrada e a cerca. Dali, atravessar a cerca e, pela vegetação, buscar a vala seca para atacar o ponto 12.
Se foi confuso para vocês entenderem esse trecho do meu percurso, imaginem o que eu passei!
A partir do ponto 12, uma parte mais truncada do mapa, não tive mais problemas em meu percurso (salvo o azimute para o ponto 17, corrigido rapidamente). Tentei ser o mais rápido possível, mas primando pela segurança nas rotas escolhidas.
Observem como foi o gráfico por pernadas abaixo. Fiz algumas melhores parciais (2, 3, 5, 14, 15), mas perdi muito tempo errando os pontos 7 e 11:
Desde o início da prova eu sabia que precisava ser rápido. Após o primeiro grande erro (ponto 7), confesso que questionei se valeria a pena tentar recuperar o tempo. Mas ciente de que nosso esporte só é definido depois que todos os atletas completam seus percursos, continuei firme. O segundo erro (ponto 10) abalou a confiança novamente, mas não o suficiente para me parar. Ao final, terminei com o terceiro melhor tempo (Valker em primeiro e Evandro em segundo). Para o pódio houve correção devido a uma penalização ao Evandro (COTRIM) por atraso de 8' na partida (então, deixando o "tapetão" de lado, o segundo lugar é do Evandro!).
Abaixo vocês podem visualizar minhas rotas (cor azul) em comparação com as de outro atleta, o Wesley, do COASSEB (cor vermelha):
Para essa análise de rotas utilizei: QuickRoute, Helga-O e 3DRerun (clique aqui e aperte o play).
Não se esqueça de deixar seus comentários. Sua manifestação é sempre importante para toda família orientista.
Boas rotas \o/
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sexta-feira, 4 de março de 2016
Análise de rotas e álbum de fotos - I Etapa Campeonato Goiano de Orientação
Olá, estimados orientistas!
Ano esportivo começando com força total em todo o país. E nós não ficamos de fora. Já participamos da I Etapa do Campeonato Goiano de Orientação, ocorrida na cidade de Cristalina-GO no dia 21 de fevereiro último passado.
O evento foi organizado pelo clube COSEC e, como de praxe, contou com considerável número de competidores do DF. Tudo correu bem, com exceção de uma falha na distribuição dos mapas para a categoria H21E. Equivocadamente alguns competidores fizeram uso de mapas reservas os quais estavam em desacordo com as sinaléticas ou com os prismas dispostos na pista. A arbitragem, ao ser informada, agiu rapidamente minimizando os prejuízos decorrentes dessa falha.
A área escolhida apresentou detalhes que tornaram a competição bastante desafiadora, tanto na parte técnica quanto na parte física, além de proporcionar belas paisagens para os atletas. As amenidades, como hidratação na pista de provas e as frutas e água na linha de chegada atenderam adequadamente a todos os participantes.
Após a competição, houve oferta de almoço e a cerimônia de premiação. Assim como em outros estados, no CamGOr há premiação por etapa.
Fica aqui nosso agradecimento a toda equipe do COSEC pela acolhida. Esperamos participar dos próximos eventos do torneio goiano.
Fizemos algumas dezenas de fotos que estão disponíveis aqui em nosso álbum. Clique aqui.
O resultado final pode ser consultado clicando aqui.
Vamos tratar agora da nossa análise de rota. O mapa abaixo é o da categoria H21E:
Aqui a versão com minhas escolhas:
Para esta análise, utilizei o Quick Route, e você leitor perceberá que vamos utilizar mais algumas ferramentas que o programa oferece. Observem o quadro à direita do mapa, com os tempos parciais, e o gráfico abaixo do mapa, com as velocidades por tempo de prova:
Minha meta continua sendo atingir um pace (tempo em minutos necessário para percorrer 1 km) médio de 7 min/km numa distância de até 20% acima da distância em linha reta descrita no mapa. Como podem ver, este percurso possuía 7,2 km. Então, meu limite seria percorrer no máximo 8,64 km. Considerando, portanto, o pace de 7 min/km, o tempo total de prova seria de 60,5 minutos.
Ocorre que a distância real percorrida foi de 8,87 km, com um pace médio de 8'51 min/km. O tempo total foi de 1h18min. A distância a maior ficou próxima do limite pré estabelecido, mas a velocidade ficou aquém do esperado. O gráfico abaixo demonstra que passei mais de 30 minutos em velocidade extremamente baixa (praticamente caminhando):
As razões para este desempenho veremos a seguir. Lembramos que a metodologia será aquela que temos aplicado nas análises de rotas anteriores. Ou seja, serão apresentados os trechos mais influentes no resultado descrevendo o que planejei, o que fiz e como deveria ter feito.
Uma peculiaridade foi que houve um equívoco da organização e meu primeiro mapa não estava de acordo com a sinalética, nem o ponto 1 marcado no mapa estava de acordo com o prisma encontrado (o número do prisma diferia do número descrito no mapa). Após 13 minutos e percorridos 1,29 km, tive a certeza de que o mapa estava errado. Retornei à largada e o árbitro da prova tomou as providências para correção do equívoco.
Mais um detalhe a observar é que a rota demarcada no mapa vai das cores verde (mais rápido) ao vermelho (mais lento). Montamos esta escala para que seja fácil visualizar quando atingi uma velocidade baixa (caminhando ou parado está na cor vermelha).
Vamos à análise!
Rota do ponto 1 para o ponto 2:
O que planejei: seguir pela curva de nível e desviar do charco conforme a letra (a). Depois, continuar navegando o mais próximo da linha vermelha utilizando a cerca (b) como ponto de checagem. Depois seguir pelo branco até a vegetação e córrego, estes sendo o segundo ponto de checagem. Continuar navegando rumo ao riacho tendo a área branca como próximo ponto de checagem. Terminando numa orientação fina após sair da área branca e se aproximar do ponto 2.
O que fiz: Segui conforme o planejado até o primeiro ponto de checagem (b). Ocorre que faltou confiança quanto à posição exata e acabei seguindo pela esquerda para confirmar. Isso me fez percorrer uma distância maior, mas ainda em boa velocidade, pelos locais (c) e (d). Chegando em (d), o relevo era de progressão muito lenta, demandando mais tempo até chegar na área branca. A partir daí, tentei obter maior velocidade mas ficando próximo à linha vermelha. O último charco da rota estava seco, mas a travessia do córrego demandou tempo. Também demandou tempo a orientação fina para localizar o prisma.
O que deveria ter feito: A falta de confiança ao chegar no primeiro ponto de checagem me fez percorrer uma distância maior. Isso acabou por refletir, também, na travessia da vegetação no local (d), pois diminuí a velocidade de forma a recuperar a segurança na continuidade na navegação. Uma alternativa interessante e feita por um dos outros competidores foi seguir para o local (e) e utilizar a linha aérea de alta tensão como corrimão até as proximidades do ponto 2.
Nesta rota 1-2 a distância era de 1286m na linha vermelha. Percorri 1547m em 12'43". Um desvio de 20,3%. O pace médio foi de 9'54".
Observem no gráfico abaixo que fiquei muito tempo da rota em uma velocidade baixa (partes amarela e vermelha):
Rota do ponto 4 para o ponto 5:
Rota do ponto 8 para o ponto 9:
Nesta rota 1-2 a distância era de 1286m na linha vermelha. Percorri 1547m em 12'43". Um desvio de 20,3%. O pace médio foi de 9'54".
Observem no gráfico abaixo que fiquei muito tempo da rota em uma velocidade baixa (partes amarela e vermelha):
Para entender melhor este gráfico da velocidade, observem que do ponto 2 para o ponto 3 a rota traçada, que era bastante simples e não exigiu muita navegação resultou numa boa velocidade atingida (maior parte do gráfico permanece com a cor verde):
Rota do ponto 4 para o ponto 5:
O que planejei: seguir no azimute até a área verde e contorná-la pela borda à esquerda, iniciando uma orientação fina até encontrar o ponto.
O que fiz: segui conforme o planejado até a área verde. Ocorre que a navegação fina falhou e passei próximo ao ponto, sem contudo encontrar o prisma. Utilizei o ponto 15 como barreira de segurança e, de lá, retornei lentamente no azimute, encontrando finalmente o prisma 5.
O que deveria ter feito: infelizmente minha orientação fina falhou, passando próximo ao ponto. A decisão de ir até o ponto 15 considero acertada, pois me ajudou a atacar o ponto 5 com segurança. Daí a importância do orientista sempre colocar em suas rotas uma barreira de segurança (aquele local que você utiliza como uma espécie de anteparo). Uma ótima opção seria ter utilizado o x verde e a árvore em destaque (a) como pontos de ataque.
Neste caso, percorri 447m, 60,6% a mais que a linha vermelha (278m). A velocidade acabou sendo bastante baixa. Esta rota, caso localizasse o prisma na primeira tentativa, ou utilizando o (a) como ponto de ataque, provavelmente seria feita em 2', ao contrário dos 4'50"gastos.
Rota do ponto 8 para o ponto 9:
O que planejei: margear o córrego para encontrar a estrada que leva ao (a). Ou seja, equivocadamente estava seguindo rumo ao ponto 10.
O que fiz: segui conforme o planejado, percebendo o erro antes de chegar à estrada. A partir daí, segui lentamente em direção ao ponto 9, corrigindo a rota. A vegetação e o relevo eram de progressão lenta. As três árvores de destaque serviram como barreira de proteção e ponto de ataque.
O que deveria ter feito: seguir pela curva de nível entre a vegetação de difícil progressão e a área de charco, utilizando um dos muitos pontos de ataque próximos ao ponto 9.
Um erro clássico de falta de concentração, mas que foi corrigido a tempo. Houve um desvio de quase 70% em relação à linha vermelha. Seguindo direto para o prisma, no azimute, provavelmente o tempo gasto ficaria em torno de 2'.
Rota do ponto 12 para o ponto 13:
O que planejei: corrida livre até a linha aérea, a ser utilizada como barreira de segurança e ponto de ataque. Atacar o ponto pelo lado direito da linha d'água.
O que fiz: segui até a linha aérea conforme o planejado. Ataquei o ponto mas sem efetuar a contagem de passos. Pelo lado direito não visualizei o prisma. Continuei descendo, mas alternando para o lado esquerdo. Parei somente ao constatar que já estava longe demais, nas proximidades de uma área branca. Retornei alternando novamente o lado. Notem que fiz praticamente um "8" descendo e subindo pela linha d'água.
O que deveria ter feito: seguir conforme planejado até a linha aérea. Depois, atacar o ponto com maior atenção e efetuando a devida contagem de passos.
Foram quase 400m percorridos desnecessariamente. Pelo gráfico abaixo é fácil perceber que o tempo desperdiçado beirou os 5', pois passei por ele às 11:11 e só encontrei efetivamente o prisma após as 11:15.
Rota do ponto 13 para o ponto 14:
O que planejei: seguir pela linha vermelha, atravessando o aceiro que divide a área branca. Atacar o ponto pela direita ao chegar em (a). Utilizar o penhasco rochoso como barreira de segurança e para facilitar a orientação fina.
O que fiz: segui conforme planejado até chegar no penhasco. Ocorre que o prisma não foi encontrado e continuei descendo pela parte rochosa. Ao perceber que me afastava muito do local, e por haver várias pessoas procurando o mesmo prisma, saí pela direita rumo à área branca. Utilizei a localização (b) para atacar novamente o ponto, obtendo êxito.
O que deveria ter feito: o planejamento foi adequado. Uma forma diferente seria atravessar completamente a área do penhasco e atacar o ponto pela saída. Dessa forma, a correção seria mais rápida e eu não perderia os quase 5' no lento deslocamento pelas pedras e vegetação de difícil transposição.
Pelo gráfico do Quick Route, este foi o pior trecho percorrido. Com 95% de distância além dos 284m da linha vermelha. A perda de tempo em trechos cuja orientação fina é preponderante acaba por refletir em trechos simples da prova, já que a ânsia por tentar recuperar tempo (aumentando a velocidade) pode promover maior desgaste energético e a não observância de princípios básicos da Corrida de Orientação (contagem de passos, azimute, definição de pontos de ataque etc.).
Rota do ponto 16 para o ponto 17:
O que planejei: seguir o mais próximo possível da linha vermelha, desviando da área de vegetação de difícil progressão e utilizando os dois córregos como pontos de checagem.
O que fiz: segui conforme planejado até o primeiro curso d'água. Ocorre que a depressão era profunda e tive que buscar um melhor local para a travessia. Isso demandou tempo e uma breve mudança na rota.
O que deveria ter feito: a outra opção seria, ao me deparar com o curso d'água, buscar a passagem pela esquerda.
Tempo total da prova: 78 minutos.
Distância total percorrida: 8700m.
Total de distância percorrida nos erros apontados: aproximadamente 700m.
Tempo total gasto nos erros apontados: aproximadamente 12 minutos.
Tempo do vencedor da prova: 64 minutos.
Esta pista, sem erros, seria facilmente completada abaixo dos 60 minutos.
Principal lição desta análise: redobre a atenção quando nas proximidades do prisma, para que sua orientação fina seja eficaz. E jamais abandone a contagem de passos!
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