quarta-feira, 26 de abril de 2017

Transmissão ao vivo do WMOC2017

Olá, estimados orientistas.

O WMOC2017 tem transmissão ao vivo pela internet. Quem quiser acompanhar, basta acessar o link abaixo. O canal estará aberto aproximadamente a partir das 20:00, horário de Brasília. Aproveitem para acompanhar mais de perto o desempenho dos orientistas brasileiros que estarão traçando suas rotas na Woodhill Forest.

https://livestream.com/accounts/7079024/events/7319129

Neste mesmo endereço é possível assistir às transmissões do Sprint e do Long Qualify 1.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

segunda-feira, 24 de abril de 2017

WMOC2017 - fim da competição Sprint

Olá, estimados orientistas.

Chegou ao fim a parte urbana do WMOC2017. A etapa Sprint compreendeu um treino, uma qualificatória e uma prova final. Tudo isso ao longo dos três primeiros dias do WMOC.
A delegação brasileira não conseguiu emplacar resultados na Final A, mas os competidores fizeram bonito em suas respectivas finais B. Para quem não conhece, participa da Final A o orientista qualificado dentre os melhores tempos da sua chave.
Algumas categorias tinham que percorrer dois mapas na qualificatória. Os dois mapas estavam impressos na mesma folha (frente e verso). Uma situação que, particularmente, eu ainda não havia vivenciado. Essa "troca" de mapas tornou a prova ainda mais interessante e desafiadora.

Agora todos os olhares estarão voltados para a Woodhill Forest (Te Ngahere o Woodhill). Lá serão realizados o treino preparatório para os percursos Longo, as duas qualificatórias e a grande Final. Essa floresta também é palco das competições do Mountainbike no WMG.
Quer saber mais sobre o WMG e o WMOC2017 aqui na Nova Zelandia? Siga o orientistaemrota no Facebook e no Instagram. Tem vários vídeos ilustrando tudo que acontece aqui, em tempo real.
As análises de rotas, fotos e os vídeos da etapa Sprint serão publicados aqui no blog assim que retornarmos ao Brasil.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Estamos no WMOC 2017

Olá, estimados orientistas.

Querem saber sobre a participação da equipe brasileira de Masteres no WMOC 2017? Acompanhem-nos por aqui e em nossos perfis no Facebook e no Instagram. Esta edição do WMOC faz parte dos Jogos Mundiais de Masteres. O mega evento também é chamado de Olimpíadas de Masteres. Para vocês terem uma ideia da grandiosidade dessa olimpíada, somos mais de 25.000 atletas de várias modalidades aqui em Auckland, Nova Zelândia. Só orientistas são mais de 2.500.
No Instagram estamos publicando  pequenos vídeos. Basta seguir o perfil @orientistaemrota.
Hoje vamos reunir toda delegação na cerimonia de abertura do World Masters Games 2017. A partir de amanhã as competições começam para valer.
Para saber mais, acesse a página do WMG2017.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Como foi a I Etapa do CamBOr 2017 - Etapa Tiradentes-MG

Olá, estimados orientistas.

De 7 a 9 de abril ocorreu na cidade de Tiradentes-MG a primeira etapa do CamBOr 2017. A abertura do campeonato contou com mais de 500 atletas participantes. Além dos percursos tradicionais Longo e Médio, que fazem parte do ranking nacional, ainda foi oferecida pela Organização uma disputa tipo Sprint Noturno.
Depois do grande sucesso de organização das duas últimas etapas ocorridas em 2016 (Rio Quente e Brasília), era grande a expectativa em saber como seriam tratados os orientistas que se deslocariam até Tiradentes.

Antecipadamente foram publicadas as listas de partida dos três percursos. Ponto positivo! Também houve boa tratativa para a acomodação dos atletas, com o envolvimento de vários estabelecimentos de hospedagem. Os competidores tiveram, ainda, acesso a descontos no comércio local mediante apresentação de pulseira de identificação.
Outro fator positivo foi a realização da etapa em uma região com boa oferta de atrativos turísticos. Os presentes puderam admirar a arquitetura de Tiradentes, passear por trechos da Estrada Real, contemplar as inúmeras igrejas da região, comprar artesanatos e, ainda, fazer o famoso passeio de Maria-Fumaça.

Alguns aspectos negativos também foram observados. Em que pese toda complexidade de organização de um evento nacional de Orientação, e ainda considerando todo o empenho dos envolvidos em prover este CamBOr, não houve o fornecimento de hidratação nas arenas de largada e vários atletas reclamaram da falta de água nos percursos tradicionais Longo e Médio. Além disso, a estimativa de tempo aparentemente subestimou as dificuldades da competição e muitos orientistas completaram seus percursos com tempo elevado. Já no Sprint noturno a arena principal ficou sem iluminação e a realização de um evento religioso no horário da competição acabou por prejudicar a disputa justa. Vamos fazer um post especial sobre o caso nas próximas semanas.

Abaixo os mapas da categoria H35A com minhas escolhas. As respectivas análises de rota serão publicadas também em breve.




Quanto aos resultados, na Elite masculina o campeão foi Gelson Andrey, do COGA, seguido por Carlos Henrique, também do COGA e Claudinei Nitsch, do CASUSA. Um pódio de perfil renovado.
A Elite feminina teve no lugar mais alto Elaine Lenz, da ADAAN, seguida por Franciely Chiles e Camila Daronco, ambas do COSM.

E se você participou deste CamBOr, fique atento ao alerta da CBO sobre a possibilidade de infecção por febre maculosa.

Como de praxe, verifique em nosso álbum de fotos se você foi flagrado em alguma das mais de 300 imagens. Basta clicar aqui.
Aproveite e visite também os álbum de fotos Orientação Esporte, de Odete Rech. Sprint Noturno, percurso Longo, percurso Médio e premiação final.

A próxima etapa do CamBOr será sediada em Casemiro de Abreu, no estado do Rio de Janeiro.
Aproveito para convidar toda comunidade orientista para acompanhar a participação da delegação brasileira no WMOC2017, que acontecerá em Auckland, Nova Zelândia, no período de 21 a 30 de abril. Este WMOC é uma das atividades dos Jogos Mundiais de Masteres, o WMG 2017.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Análise de rotas - CODF2017 I Etapa

Olá, estimados orientistas.

No dia 26 de março ocorreu nas proximidades de Planaltina-DF a primeira etapa do Campeonato de Orientação do DF, o CODF2017. O evento seguiu o já consagrado padrão Brasília de organização.
Dessa vez o cenário escolhido foi o Haras Terra Vermelha. Uma prova de que o bem estar do orientista e de seus acompanhantes é fundamental no planejamento das provas.
Abaixo o mapa da H21E:


E aqui as minhas escolhas durante a prova. É sobre elas que vamos tecer alguns comentários nas próximas linhas.


Para facilitar a escolha de quais rotas merecem uma análise mais profunda, e para que vocês entendam a metodologia, continuo perseguindo realizar uma prova tradicional percorrendo até 20% a mais da distância em linha reta e num pace (tempo necessário para cada quilômetro percorrido) de até 7'/km. Como a prova apresentou uma distância de 8 km, meu limite de desvio seria de até 1,6 km. Portanto, minha distância total, para ficar dentro da meta, seria de 9,6 km. O tempo total deveria ficar próximo aos 70 minutos.
Reparem na tabela abaixo que percorri 10,2 km num tempo de 1h47'. Um pace médio de 10,30'/km. O desvio foi de 29,3%. Perto da meta, mas o tempo foi bem acima do desejado.

Tabela de parciais 

O melhor tempo dessa prova ficou com Simeão Fernandes, seguido por Leonardo Vieira. Minha performance garantiu o terceiro melhor tempo. Em conversa com o mesmo Leonardo Vieira, atleta integrante de equipe militar de orientação, ele acredita que os atletas de ponta conseguiriam completar este mesmo mapa em tempo abaixo dos 70'. Vale observar que a região deste mapa não possui área branca (eucaliptos, pinheiros ou similares).

Resultados no Helga-O

Informações gerais no QuickRoute

Notem no gráfico acima que grande parte do percurso atingiu a zona vermelha. Isso significa que a velocidade foi baixa, praticamente caminhando.

Rota do ponto 3 ao ponto 4:


O que planejei: voltar pelo ponto de entrada do ponto 3, e seguir por fora da vegetação. Atacar o ponto 4 depois de passar pela vegetação fechada.
O que fiz: segui conforme o planejado.
O que deveria ter feito: a estratégia foi adequada. Uma outra opção seria sair do ponto 3 pela sua direita, pegando a estrada com cerca, medir a distância e atacar o ponto 4. Talvez essa opção pudesse garantir mais alguns segundos de vantagem.

Rota do ponto 9 ao ponto 10:

Rota até o checkpoint

Segunda parte da pernada
O que planejei: Essa é uma pernada de aproximadamente 1,1km. Para completá-la, percorri quase 1,5km. Foram 12 minutos num trajeto desafiante. Reparem que dividi em duas imagens, para melhor visualização e didática. Saindo do ponto 9, planejei seguir pela estrada mais próxima da linha vermelha. Seu final seria meu checkpoint. Dali traçar o restante da rota, dando preferência a circundar a elevação pelo seu lado esquerdo e pegar a estrada que dá acesso ao ponto 10. Diminuir a velocidade para chegar no pequeno talvegue e atacar o ponto.
O que fiz: A primeira parte do planejamento foi feita a contento, mas já percebi que a estrada mais à esquerda permitia melhor velocidade. Mantive o planejamento e fiz uma pequena subida. Já na segunda parte, após o checkpoint, notem que segui demasiado pela esquerda, chegando próximo ao ponto 13. Isso se deu devido ao pasto na área amarela. Não era de transposição fácil e ainda provocou um desvio inadvertido. Reparem que ao passar pela cerca minha velocidade diminuiu bastante (cor vermelha). Isso pode ter sido o ponto exato no qual iniciei o desvio incorreto para a esquerda. Nas proximidades do ponto 13 eu tive a impressão de já estar na estrada de acesso  ao ponto 10, próxima ao canto de cerca. Ao perceber que estava incorrendo em erro, diminuí a velocidade e encontrei a estrada, percorrendo-a em velocidade ainda baixa, dada a diminuição da confiança. Haviam outros competidores no local, o que aumentou o estado de alerta para que eu não os seguisse inadvertidamente. Mantive a contagem de passos e a observação tanto da elevação quanto da sinuosidade da estrada. O ponto de ataque foi correto e o objetivo foi atingido.
Como deveria ter feito: Seguir até o primeiro checkpoint definido no planejamento. Dali, a melhor opção parece ser seguir pelo lado direito da linha vermelha. Notem que há um corredor na vegetação o qual vai direto à trilha que dá acesso ao ponto de ataque para o prisma 10 (vide seta da direita na segunda figura.

Rota do ponto 17 para o ponto 18:


O que planejei: seguir pela trilha indistinta e atacar o ponto 18 tendo como referências a distância após a cerca e os pequenos talvegues.
O que fiz: fiz conforme o planejado até a cerca, que era o checkpoint principal. O ataque não foi eficiente, pois ao seguir pelas rochas, me desloquei mais à esquerda. Para corrigir, voltei para a área de clareira e só ali percebi um objeto especial (manilha) o qual permitiu o ataque correto. Ainda estou com a impressão de que havia outro conjunto de rochas mais à esquerda. Entretanto, pode ser aquela famosa impressão de orientista atabalhoado, rs.
Como deveria ter feito: o planejamento foi adequado. Seguir pela linha vermelha não era viável devido ao lago no meio da rota. Pela direita da linha vermelha o relevo impediria maior velocidade. O ponto crucial aqui seria uma maior atenção no momento do ataque e eliminar a ansiedade, observando o momento adequado do ataque fino ao ponto. A manilha garantiria o ataque correto ao ponto 18.

Rota do ponto 19 para o ponto 20:


O que planejei: seguir em azimute para o ponto 20.
O que fiz: acabei tendendo para a direita do ponto. Notem que é um declive.
Como deveria ter feito: seguir conforme o planejado, com atenção ao talvegue e ao montículo que serviriam de balizadores.

Rota do ponto 20 para o ponto 21:


O que planejei: ao sair do ponto evitando os dois barrancos, atravessar a área cultivada e alcançar a trilha, seguindo por esta até a travessia do riacho. Dali, afinar a orientação em direção ao ponto 21.
O que fiz: segui conforme o planejado.
Como deveria ter feito: este é um trecho que coloquei aqui para que vejam as possibilidades. Uma delas seria sair do ponto 20 pela direita e passar por entre os barrancos. A partir daí, seguir pela linha vermelha até atingir o ponto de travessia do riacho, já nas proximidades do ponto 21. A outra seria contornar ambos os barrancos pelo lado esquerdo, tal qual o planejamento, mas em seguida sair da área cultivada pela linha vermelha, também até o ponto de travessia do riacho. No entanto, ambas opções incorrem na travessia de um trecho cuja vegetação aparentemente não permitiria maior velocidade que aquela obtida na opção de alcançar a trilha. Só que a distância a maior obrigatoriamente passa a exigir uma boa velocidade para compensar a maior distância.

E aí, valeu a pena estudar este mapa? Se tiver alguma opinião, não deixe de emitir no campo de comentários ao final desta postagem.
Como de praxe, fizemos algumas fotos as quais estão disponíveis no nosso álbum de fotos. Para visualizá-las,  clique aqui.
E visite também os álbuns disponibilizados pelos orientistas e fotógrafos André Pivoto e Luis Fuzer - clique aqui.

Agora vamos até Tiradentes-MG, participar e aprender muito nesta I Etapa do CamBOr 2017.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

sábado, 25 de março de 2017

Quanto custa ser um orientista?

Olá, estimados orientistas.


Frequentemente me perguntam como proceder para se tornar um orientista e se é muito caro praticar o esporte.
São perguntas complexas. Pelo contexto e devido às outras perguntas que se seguem a esta. Para tentar ajudar aqueles que estão iniciando no esporte, vou tentar passar algumas informações que julgo válidas. Boa leitura, e não deixem de participar emitindo sua opinião ao final deste post.

Curso de iniciação:

Diferentemente do futebol ou do vôlei, para se tornar um orientista, em termos gerais, é necessário participar de um período formal de instrução. Trata-se do curso de orientação. O valor é simbólico (em média R$50,00) e este curso é um pré-requisito importante. O entendimento de conceitos básicos visa tornar mais agradável a inserção de novos praticantes da modalidade. Ainda, por consequência, o novo praticante que tem uma boa recepção tem mais chances de se tornar um orientista ativo.

Calçados:
  

Os calçados são importantes pois é um esporte que exige tração. Nos percursos tradicionais, ou seja, em floresta, o piso é bastante variado. Desde estradas de terra batida a terrenos arados, pedregosos ou de vegetação rasteira, como gramínias ou pastos. Uma alternativa são as chuteiras de futsal, que hoje são bastante confortáveis e custam, em média, R$100,00. Mas essa opção é para iniciantes. O modelo adidas Kanadia custa em média R$180,00 e pode ser usado tanto em provas urbanas quanto provas tradicionais. Se você vai participar somente de provas urbanas, tipo sprint, e está certo de que serão em asfalto ou cimento, pode usar seu tênis de corrida normalmente.

Caneleiras:

As caneleiras comumente utilizadas pelos orientistas são de um modelo europeu com proteção para pequenos arranhões apenas. Particularmente, optei pelas caneleiras de futebol. São muito mais resistentes e baratas (boas caneleiras são encontradas a partir de R$10,00). Entretanto, seu uso exige o acompanhamento de um par de meiões.

Vestuário:

A vestimenta básica consiste em camisa (geralmente de mangas longas) e calças (perna inteira ou 3/4). Os materiais ideais são aqueles que permitam mobilidade em floresta, controle de temperatura e suor, proteção para braços e pernas e o mínimo de danos ao próprio tecido quando em contato com galhos e afins. Infelizmente, o mercado oferece poucos e caros produtos com essas características. Você que inicia no esporte verá muitos competidores utilizando materiais Trimtex ou Siven. Esses são importados e os valores cobrados são bastante elevados. Uma boa opção são as calças suplex e as camisas em poliamida. Os valores são bastante variados, mas em lojas como a Decathlon você consegue esses materiais gastando a partir de R$120,00 o conjunto.

Bússola:
 

Quanto à bússola, dois modelos básicos atendem aos praticantes. As bússolas com base e as bússolas de dedo. Embora diferentes os modelos, a função é a mesma: auxiliar o orientista a se localizar no mapa e no terreno. Basicamente, direção e distância. Silva e Moscompass são marcas já estabelecidas e confiáveis (uma bússola russa Moscompass custa em média 20 euros). Quem quiser investir um pouco mais, e se sentir confortável com a novidade, pode adquirir uma bússola ComCard (bússola + chip integrados). O modelo mais caro, a ComCard Pro, custa U$88,00.

Chip:

Felizmente aqui no Brasil a maioria das provas utiliza sistemas eletrônicos de apuração e controle. Portanto, é certo que você utilizará um SiCard durante sua vida de orientista. Quem não possui tem a possibilidade de alugar o equipamento. Os valores de locação são variados, mas em média custam entre 6 e 8 reais por prova. Se quiser adquirir, um SiCard simples custa aproximadamente 40 dólares. 

Viagens:
 

Talvez este seja o aspecto mais dispendioso na vida de um orientista. Na busca por terrenos inéditos, muitas competições ocorrem em locais consideravelmente distantes. Daí o fator deslocamento ( para participação em eventos estaduais, regionais e nacionais) apresenta um custo investimento elevado. Existem, ainda, as provas internacionais como o CSO, o WOC, WMOC, POM. Os valores em cada uma dessas viagens é bastante variado. Outrossim, uma das melhores características na Orientação é, a meu ver, justamente a possibilidade de conhecer lugares novos e ainda competir.

A partir de 2019 a CBO aprovou a realização do Campeonato Brasileiro em uma única etapa. A medida é vista com bons olhos e promete fortalecer os torneios regionais, estaduais e municipais.

Já sou orientista e quero equipamentos de ponta:


Bom, se você é um daqueles que já sente a orientação correr em suas veias e percebe que agora a coisa ficou séria, está mais que na hora de investir em produtos que vão te dar mais confiança, conforto e melhora de resultados nas provas. Se tiver alguma dúvida, deixe sua pergunta para que a comunidade orientista te auxilie.




E atendendo à dica da leitora e orientista Dayse Cauper, não podemos deixar de incluir no investimento as custas relativas às anuidades do seu Clube, Federação e da Confederação Brasileira de Orientação. Os valores são diferenciados, por isso não vamos publicar aqui. Vale ressaltar que não são todos os Clubes que cobram anuidade. Também cada Federação define as regras de cobrança (algumas exigem a parcela na primeira etapa, outras são mais flexíveis).

Conclusão:
Ser um orientista custa caro?
De forma alguma. Este é um esporte que te conecta à natureza, promove o desenvolvimento de vários aspectos psicológicos, inclusive aqueles ligados à aprendizagem, e ainda te permite conhecer lugares novos. Mas é importante se informar e ter um planejamento adequado seja na aquisição de equipamentos, seja na realização de uma viagem para competir.

Fontes pesquisadas neste post:
http://www.decathlon.com.br
http://www.futfanatics.com.br
http://www.orientista.com.br
http://www.compasspoint-online.co.uk
http://www.adidas.com.br
http://www.sportident.us
http://www.moscompass.eu
http://www.silva.se
http://www.amazon.com
http://www.vjsport.fi
http://www.sivensport.com

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