terça-feira, 17 de setembro de 2019

Estamos de volta!

Olá, estimados orientistas.

Uma imagem para encher de alegrias nossos dias. Para renovar nossas energias. Para marcar uma nova fase na vida deste cara que vez ou outra compartilha no blog suas aventuras e desventuras ;-)


Seja inteligente! Pratique a corrida de orientação.

orientistaemrota

terça-feira, 30 de julho de 2019

Análise de Rotas - percurso longo CamBOr 2019

Olá, estimados orientistas.

Hora de estudar os erros e acertos do meu percurso longo no CamBOr 2019. O verbo é esse mesmo: estudar. Ao mesmo tempo que discorro sobre meu percurso, espero poder ajudar a você, que está lendo este post. Aproveitando o momento, meus sinceros parabéns por estar aqui, buscando aprimorar os conhecimentos. Sabemos que poucos são os que continuam desenvolvendo esse saudável hábito.

Sobre os resultados da etapa e álbum de fotos, há um post específico aqui no blog. Então, vamos à nossa análise. Nosso foco é o mapa da H35A, percurso longo. Categoria na qual (ainda) participo.

Dessa vez a análise será toda utilizando o 2DRerun - site que reúne uma vasta gama de mapas e rotas de orientistas, inclusive daqui do Brasil. Como de praxe, em cada rota destacada vou citar o que planejei, o que fiz e o que deveria ter feito caso tenha cometido equívoco no planejamento inicial. Também vou considerar minhas metas: percorrer no máximo 20% além da distância declarada do mapa, num pace de até 7'/km (sete minutos para cada quilômetro percorrido).

Neste mapa, a distância da linha vermelha era de 6,4km. Isso me dava uma margem para percorrer mais 1,3km e dispender até aproximados 54 minutos (7'/km X 7,7km). Essa foi a expectativa. Minha realidade foram 8,06km de distância total num pace de 7'54"/km, totalizando 1h03' de prova. Isso me deu a segunda colocação. O Rafael Oliveira, que chegou em primeiro, completou o percurso em 58'40", percorrendo 8,35km.

Abaixo o mapa da prova (H35A e H40A pertenciam ao mesmo grupo) com as rotas de alguns competidores e, após, um somente com minhas escolhas:



Rota do ponto 1 para o ponto 2

O que planejei: seguir em azimute.

O que fiz: na metade da rota tive que dar apoio a uma criança do projeto de iniciação da cidade. Me senti na obrigação de levá-la até a estrada para que ficasse em um corredor seguro. Depois de deixá-la na estrada, com o seu mapa orientado, retornei para o ponto 2. Quase 2' além do necessário para essa rota.

O que deveria ter feito: pela disputa, o correto seria seguir conforme o planejado. Entretanto, agi dentro do que se espera do fair play. E acredito que outros orientistas também auxiliaram alguém durante a prova.O fato deve ser avaliado pelos organizadores, que colocaram crianças novatas em uma área branca, com poucas referências. E em pleno CamBOr. Em complemento, era nítido que não só a criança que auxiliei, mas outras várias estavam ali sem noção adequada de como se orientar.

Rota do ponto 2 para o ponto 3

O que planejei: seguir pela trilha margeando a área branca até o seu final, depois pegar a trilha em direção ao ponto 5. De lá, seguir em azimute para o ponto 3, passando pela área entre a elevação pedregosa e a vegetação fechada, ficando mais próximo da linha vermelha.

O que fiz: segui conforme planejado até a saída do ponto 5 (que era meu checkpoint). Dali me desloquei com queda para a direita, vindo a sair à direita da vegetação fechada. Me equivoquei ao tentar consertar a direção contornando e voltando para a área pedregosa. A travessia foi extremamente difícil, pois a vegetação era mais complicada do que imaginei ao planejar a rota. Ao alcançar a área branca novamente, imprimi velocidade para atacar o ponto a partir de um cupinzeiro.

O que deveria ter feito: uma opção seria seguir pela estrada passando pelos três pontos de água. Teria condições de imprimir uma boa velocidade e compensar a maior distância. Mas a considerar o que fizeram meus oponentes, meu planejamento inicial era bom até a chegada ao ponto 5. De lá, deveria ter descido pela área branca entre os pontos 3 e 4, atacando o ponto 3 por cima. Ou seja, ao errar na saída do ponto 5, deveria ter observado que à minha frente era uma área branca, de fácil corrida. Provavelmente faltou concentração e oxigênio na hora de mitigar o erro percebido.

Observem no detalhe acima que gastei aproximadamente 3' desnecessariamente.

Rota do ponto 4 para o ponto 5

O que planejei: ao sair da área branca, pela linha vermelha, atravessar a cerca, contornar o penhasco e atacar o ponto pela pequena valeta.

O que fiz: segui conforme o planejado.

O que deveria ter feito: observando os colegas, uma opção seria seguir pela estrada à esquerda. Ocorre que seriam aproximadamente 200m a mais, com as mesmas curvas de nível para vencer. O que poderia ser compensado pela vegetação que eu já havia vivenciado quando da primeira passagem pelo ponto 5.

Os demais pontos foram atingidos sem maiores desvios. Também as rotas eram mais óbvias, sem muito o que escolher. O único suspense surgiu quando ataquei o ponto 11, que era também um ponto para jovens de categoria B. Pela dificuldade de chegar ali, imaginei que não seria um ponto para aprendizes. Na rota do ponto 11 para o ponto 12 muita gente aproveitou um corredor que havia sido formado pela passagem de outros atletas.

De um modo geral, considerando minha condição física à época, as rotas balizadas seriam uma ótima opção. Poderia tirar bastante vantagem utilizando as estradas e trilhas, já que essas foram as opções dos meus oponentes. Mesmo percorrendo distâncias maiores, eu poderia imprimir um pace abaixo de 5'/km naqueles trechos. Quando se tem condições de "compensar na perna", vale a pena considerar essa opção. É claro que a forma como os demais orientistas vão proceder é difícil de prever. O ideal, mesmo, é manter a calma, observar os aspectos técnicos (azimute, distância, curvas de nível etc.) e ajustar o esforço físico para não perder a concentração e o poder de raciocínio.

Bom, essa foi a minha análise. Gostaria muito de ler comentários de vocês sobre esse mapa e, também, sobre o novo formato do CamBOr em etapa única. É muito importante debatermos com seriedade esse evento, para que os próximos sejam ainda melhores.

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orientistaemrota

quinta-feira, 4 de julho de 2019

CamBOr 2019 - percursos tradicionais


Olá, estimados orientistas.

O dia 2 da competição foi dedicado ao percurso longo, na fazenda Paineiras. A arena, muito bem montada, contou com várias amenidades. E a organização do evento preparou um ponto de expectador para que todos pudessem acompanhar mais de perto os atletas.

Quanto ao ponto de expectador, aparentemente o objetivo não foi alcançado, pois o público presente optou por acompanhar os atletas na linha de chegada. Talvez o motivo tenha sido a distância e o declive, que acabaram sublimando as expectativas.
Um grande número de crianças iniciantes também aproveitou a estrutura do evento. Neste ponto, observo que elas iniciaram seus percursos em área branca. Muitas delas acabavam por solicitar ajuda dos atletas, demonstrando que talvez ali não fosse um local ideal para essa iniciação. Entretanto, foi realmente bonito de ver aquela galerinha toda com seus mapas e vibrando a cada pontinho encontrado.

Os resultados do percurso longo estão disponíveis no Helga-O. E temos um excelente álbum de fotos, com mais de 650 imagens de presente para vocês. Veja todas elas clicando aqui.
Depois do percurso longo foi realizada a Assembleia da CBO, na qual houve a aceitação das contas prestadas pela gestão do presidente Sergio Mendes, além da eleição para a nova diretoria e conselho fiscal.
A noite terminou com a realização do SimpOrient. Um evento científico  de primeira linha onde os presentes compartilharam várias experiências em prol do desenvolvimento do esporte.

No domingo foi realizado o percurso médio e a premiação do Pre-O e do CamBOr. O álbum de fotos deste dia está muito bacana. Conta com várias fotos feitas pelo colega Neviton, da Bahia. Clique aqui para conferir.
Importante ressaltar que toda a comunidade da cidade estava ciente da magnitude deste CamBOr. Foi muito legal ouvir as perguntas e perceber o incentivo dos populares. Arisco dizer que muito se deve ao envolvimento da prefeitura municipal, cujo chefe do executivo local é, também, um orientista. Meus sinceros parabéns aos envolvidos.

Deixo aqui, também, o link para uma das matérias televisivas sobre essa competição. A matéria está bacana e mostra vários orientistas em ação. Clique aqui para assistir.

Assim que possível, quero conversar com vocês sobre minhas rotas. Mas isso é assunto para um outro post, bem detalhado.

E você? O oque achou dos percursos tradicionais do CamBOr 2019? Deixe aqui seus comentários. A família orientista agradece.

Seja inteligente! Pratique a corrida de Orientação.
orientistaemrota

domingo, 30 de junho de 2019

CamBOr 2019 - Sprint

Olá, estimados orientistas.

A cidade mineira de Bom Despacho está sediando a edição 2019 do Campeonato Brasileiro de Orientação, o CamBOr 2019. É a primeira vez que se aplica a nova regra de etapa única anual, conforme decidido pelas Federações e pela CBO.

Com um claro e marcante e marcante apoio da prefeitura da cidade, o evento conta com a participação de mais de 700 atletas de todo o Brasil. Também temos estrangeiros na disputa, já que o CamBOr tem pontuação válida para o WRE.
No dia 28 tivemos a realização das provas Sprint. Os resultados estão disponíveis no site Helga-o.
Fizemos um belo álbum de fotos o qual está disponível clicando aqui. Veja as fotos e compartilhe. Pedimos apenas a gentileza de dar os devidos créditos quando da publicação das imagens nas redes sociais, citando @orientistaemrota e #orientistaemrota.

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domingo, 23 de junho de 2019

Assembleia Geral e eleições na CBO

Olá, estimados orientistas.

Estamos nos preparando para mais um CamBOr e esta edição de 2019 apresenta mudanças significativas para nossa modalidade.
A primeira delas é que agora o CamBOr se realiza em etapa única. E a segunda é que essa edição vai abarcar, também, o processo eletivo dos Conselhos da CBO.
Abaixo, a íntegra do chamamento da CBO. Importante que todos conheçam e participem.

Em 29 de junho de 2019 a Confederação Brasileira de Orientação realizará a sua Assembleia Geral Ordinária, conforme determinam os nossos estatutos. A AG será realizada durante o Campeonato Brasileiro de Orientação, visando a maior participação de todos. 
Nesta oportunidade teremos a apresentação das contas relativas ao ano de 2018 e 2019 (parcial), a apresentação do Regimento Interno da CBO e as eleições para o Conselho da CBO e Conselho Fiscal.
Portanto, se trata de uma Assembleia Geral muito importante para os destinos da CBO. Pela primeira vez, teremos uma representação de atletas votando na AG, tanto para a prestação de contas como para a eleições previstas. A participação da representação de atletas é uma exigência de lei e a CBO alterou os seus estatutos em 2018 para que se adaptasse a ela. Assim, teremos cinco atletas de Elite eleitos em eleição coordenada pela CBO e com acompanhamento das Federações Estaduais. O mandato da representação de atletas tem duração de dois anos e eles estão aptos a votar nas AG e na Conferência das Federações. Com esta novidade, a CBO segue seu caminho no sentido de cumprir o planejamento da diretoria de tornar a CBO mais democrática e  mais transparente.
O Estatuto da CBO tem exigências para que as entidades de prática (clubes) e de administração (federações) possam votar nas eleições. Se o seu clube ou federação não consta da lista de aptos a votar, entre em contato com a Secretaria da CBO para sanar os problemas. O contato deve ser feito pelo email: secretario.cbo@gmail.com

Seja inteligente!
Pratique a corrida de Orientação.

sábado, 18 de maio de 2019

Troféu Cerrado de Orientação 2019 - Sprint

Olá, estimados orientistas.

Em Brasília está acontecendo neste final de semana o evento regional Troféu Cerrado de Orientação 2019. Ao todo serão três provas - sprint, percurso longo e percurso médio. A sede do evento é o campus de Planaltina do Instituto Federal de Brasília. Uma área de cerrado nativo bastante desafiadora e competitiva.

O período da competição foi escolhido propositalmente para fazer parte do calendário de atividades do World Orienteering Day - Dia Mundial da Orientação.
Acompanhe as atualizações sobre o TCO2019 no blog e em nossas redes sociais.
Temos dois álbuns de fotos disponíveis para você, orientista: um deles, da linha de chegada,está disponível clicando aqui.
O outro álbum - com imagens da partida e da premiação - gentilmente cedido pelo orientista e fotógrafo André Pivoto (Comib), está disponível clicando aqui.
Seja inteligente! Pratique corrida de orientação.

Boas rotas \o/
orientistaemrota

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Campeonato Goiano de Orientação - I Etapa

Olá, estimados orientistas.

A abertura do Campeonato Goiano de Orientação - CamGOr 2019 - foi uma bela festa. O local escolhido foi uma fazenda na região do Balneário das Lages, em Cristalina-GO. Para refrescar a memória, nessa região ocorreu a II Etapa do CamBOr 2018. Cerrado nativo, recortado por rios e córregos, boas elevações e uma mata que ganhou mais densidade devido às chuvas constituíram o conjunto de ingredientes desafiadores.
Mantendo a tradição, participaram do evento organizado pelo COSEC competidores de clubes goianos, mineiros e do Distrito Federal. Pouco mais de 60 atletas puderam testar toda sua técnica e resistência nos percursos traçados pelo atleta de elite Diego Sousa. O mapeamento ficou sob responsabilidade de José Carlos Barbosa.
E é sobre mapas e rotas que vamos conversar agora.
Participei do evento competindo na HMA. O mapa apresentava a distância de 5,2km e os organizadores estimaram em 80 minutos o tempo do vencedor. Como nem tudo são flores, precisei de quase 120 minutos para terminar a prova - felizmente na primeira colocação, sendo três concorrentes no total. Abaixo o mapa da categoria, com minhas escolhas:

No lado direito do mapa notem uma tabela com os tempos por pernada. Na coluna "Straig" ela informa a distância em linha reta, e na coluna "Route" a distância efetivamente percorrida. A última linha (Total) apresenta o balanço geral da prova. Percorri quase 3,5 km a mais que as rotas em linha reta. Bem acima da minha meta (até 20% além da distância do mapa, num pace de 7'/km).
Transformando em tempo, se considerarmos que meu pace médio na prova foi de 13'23", e que percorri mais de 2 km além da meta, teria economizado pelo menos 26' do tempo total de prova.
Portanto, conseguiria atingir tempo mais próximo do estimado inicialmente pela organização do evento.
Vamos discutir as rotas que considero com maior potencial para nos ensinar.

Rota do ponto 6 para o ponto 7

O que planejei: seguir em azimute até a trilha e atacar o ponto.
O que fiz: segui em azimute, mas ao encontrar a primeira trilha indistinta, não atentei para a distância percorrida até então. Ataquei o ponto como se estivesse na trilha planejada para servir de ataque. Busquei me localizar novamente e parti para o local correto, atacando o ponto de forma efetiva.
O que deveria ter feito: seguir conforme o planejado. Respeitar a contagem de passos, diminuindo a possibilidade de ataque equivocado.

Rota do ponto 7 para o ponto 8

O que planejei: chegar no ponto de passagem do rio pela trilha ao norte do ponto 7. Após a travessia, pegar a trilha ao sul do córrego até os barrancos. Dali atacar o ponto fazendo nova travessia da linha d'água.
O que fiz: segui conforme o planejado até os barrancos. Ocorre que a região era muito difícil de transpor. Fiz uma leitura incorreta e entendi que haveria uma pequena trilha auxiliando a passagem. O ataque foi alguns metros antes do ponto correto, fazendo com que mais tempo e energia fossem desperdiçados. Retornei à trilha, segui até o ponto de ataque mais favorável e executei nova tentativa de travessia. Outros competidores se juntaram a mim e percebemos um atleta do outro lado do córrego, na região do ponto. Isso serviu de confirmação da localização do ponto, sendo necessária somente a travessia do córrego e subida do barranco para, enfim, encontrar o ponto.

O que deveria ter feito: sem dúvidas, a melhor opção era passar pelo prisma zero e atacar o ponto pelo lado norte. Vale ressaltar que durante a abertura do evento houve uma série de informes da organização. Um deles tratava da questão das áreas de barrancos, que seriam de muito difícil transposição. Ao definir como melhor rota aquela que me obrigava a efetuar uma travessia por barrancos e linha d'água, comprometi praticamente toda a prova. Faltou atenção e inteligência. Foram desperdiçados cerca de 10 minutos nessa rota. Como bem sabemos, a frustração aliada ao cansaço podem refletir em erros nos pontos seguintes. Tive que respirar um pouco para retomar a prova compilando os ensinamentos dos colegas mais experientes (Gilson de Faria, Fernandes e Marco Aurélio, dentre outros): "cada rota é uma nova prova; o tempo perdido não é passível de recuperação; o resultado final será a soma de cada rota; faça o seu melhor". Assim procedi, tendo bom desempenho até me deparar com mais um equívoco...

Rota do ponto 14 para o ponto 15

O que planejei: seguir em azimute, com erro proposital para o norte, alcançando a área de árvores esparsas. Dali atacar o ponto, utilizando as árvores de destaque.
O que fiz: observem que a saída do ponto 14 não foi segura. Isso prejudicou o azimute inicialmente planejado. O erro proposital não me levou até as árvores esparsas, prejudicando, também, o ponto de ataque. Na tentativa de correção, voltei para a área de árvores esparsas e azimutei em busca das árvores de destaque próximas ao ponto. Não obtendo êxito, segui em direção ao encontro da cerca com o córrego, definindo novo ataque por ali. Somente usando essa barreira de segurança, consegui atingir o objetivo.
O que deveria ter feito: a estratégia inicialmente planejada não era das piores. Entretanto, a diferença de vegetação não era tão confiável. Outras opções poderiam ser adotadas. Por exemplo, seguir em azimute diretamente ao ponto, fazendo a devida contagem de passos. Como pontos de checagem eu poderia ter utilizado a árvore de destaque com montículo e depois o conjunto de árvores de destaque no círculo. Outra opção seria seguir pela trilha até sua bifurcação e, a partir dali, atacar o ponto, buscando como novo ponto de checagem as árvores de destaque. Mais um erro com desvio de 360%. 800 metros de energia desperdiçados. Mas não o suficiente para provocar minha desistência ou me desestabilizar.



Esses erros ainda surgem nas provas que participo. Preciso melhorar alguns aspectos relacionados à manutenção dos princípios básicos da Orientação, como a contagem de distância e o uso dos pontos de checagem. Espero conseguir na próxima prova. Também preciso melhorar a manutenção do pace médio. Já observo que não necessito correr tanto em determinados pontos. O importante é a média.

O que você achou dessa análise de rotas? Deixe seus comentários aqui no blog. Eles podem, inclusive, ajudar os demais leitores. 

Seja inteligente! Pratique a corrida de Orientação.
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